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Família Noronha: uma família Mercado Central


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O Mercado Central é um ótimo lugar para fazer amigos. Hoje vamos conhecer os Noronha, família que está no Mercado desde 1986. Eles começaram com um comércio pequeno e hoje têm sete lojas aqui dentro. Tudo começou com Luis Noronha, mineiro de Pouso Alegre, que se mudou para BH em busca de oportunidades. “O Mercado faz parte da nossa vida. Vim trabalhar aqui, mas conheci esse lugar porque vinha tomar uma cervejinha. Hoje são meus filhos que comandam nossas lojas”, comenta.

A família Noronha conta com estabelecimentos nos ramos de castanhas, doces, queijos, bacalhau, produtos para pets e especiarias. Quando o seu Noronha chegou aqui, começou vendendo produtos para industrialização de alimentos, como farinha, trigo, polvilho, etc. A família foi crescendo, e seu Noronha já trazia os pequenos para conhecer esse mundão que é o Mercado Central. “Desde pequeno, acompanhamos a família. Com 13 anos, já vinha com o papai. Todas as minhas memórias de infância e adolescência aconteceram aqui dentro”, comenta Plínio, um dos filhos, que hoje administra a loja PETZ Market.

O Mercado Central é a cara de BH. É uma unanimidade. “O que mais gostamos é o clima do Mercado, o público, a família. Por isso virou um ponto turístico, porque as pessoas sabem que vão ser bem recebidas pelos funcionários e acabam voltando”, diz Leonardo, um dos filhos do seu Noronha, que comanda a loja Lá no Mercado.

Para os Noronha, o Mercado Central é uma tradição de Belo Horizonte, mas é também um lugar em constante evolução. “O Mercado está no sangue, e a gente está aqui. Minha filha tem 9 meses, mas ela tem um longo caminho pela frente e vai crescer aqui dentro. O pontapé do meu pai foi essencial para minha formação, a forma que ele fez, a educação que ele nos deu aqui dentro, a valorização do trabalho são coisas que nos fizeram o que somos hoje”, finaliza Plínio.